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Nos
dias 3 a 5 de Outubro de 2007, decorreu em Lisboa a Primeira Cimeira
Mundial sobre Materiais, patrocinada pelas Sociedades Científicas de
Materiais (organizadas na EMRS, FEMS , ESF e IUMRS), pela empresa Alstom
e, ainda, pelas Plataformas Tecnológicas EuMat (Materiais) e ZEP (Emissões
Zero). A organização esteve a cargo do colega Prof. Rodrigo Martins, da
Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Desta
Cimeira, em que participaram cientistas de vários países e, também,
grandes construtores automóveis (Daimler-Chrysler, Volkswagen, General
Motors e Toyota) e aeronáuticos (Embraer e Airbus), resultou a Declaração
de Lisboa intitulada International Cooperation in Materials Research: Key
to Meeting Energy Needs
and Addressing Climate Change, cujo texto integral se encontra em www.spmateriais.pt
e da qual se transcrevem os tópicos essenciais. A
Cimeira concluiu que o ritmo actual de investigação e desenvolvimento
está a ser demasiado lento para satisfazer as necessidades crescentes de
energia da população mundial. Os
esforços estão dispersos e a concorrência entre laboratórios e
instituições dificulta o progresso na resolução de problemas
complexos, sendo que a colaboração internacional é vital para se
obterem resultados. Assim,
na sessão plenária final, os cientistas presentes acordaram unanimemente
na constituição de uma rede global para coordenar e acelerar esforços.
Designada por CORME (Coordination of
Research on Materials for Energy), esta Rede
será organizada pela IUMRS (International
Union of Materials Research Societies),
em colaboração com as Sociedades de Materiais dos diversos países
interessados. Na Europa, esta actividade será coordenada pelo EMF (European Materials Forum) que junta cerca de 120 sociedades científicas
europeias activas no campo dos materiais avançados. São
objectivos da CORME: 1
- Acordar internacionalmente planos estratégicos (road
maps) para o desenvolvimento de materiais novos com melhores
propriedades, bem como de produtos para as futuras tecnologias energéticas; 2
- Juntar instituições de investigação, sector público e a indústria
numa série de reuniões focalizadas nos seguintes tópicos: -
transformação
e reciclagem do CO2 numa nova matéria prima -
produção
e armazenamento de hidrogénio -
tecnologia
limpa para o carvão -
energia
nuclear: fusão e fissão, em particular para a produção de hidrogénio -
tecnologias
de células de combustível (Sydney 2008) 3
-Identificar e preparar uma nova geração de jovens lideres
internacionais capazes de alavancar a ciência e tecnologia de materiais
para a investigação e o desenvolvimento de energias limpas; 4
– Promover a colaboração em novos e grandes programas de investigação
em materiais relevantes para as tecnologias energéticas do futuro; 5
– Fornecer informação para o estabelecimento de políticas regionais,
nacionais e globais no Sector Energético; 6
– Assegurar às empresas fabricantes de equipamentos (especialmente PMEs)
o melhor acesso à informação sobre os desenvolvimentos em materiais; 7
– Ser interface com outras organizações relevantes para o
sector da Energia ou envolvidas na investigação em materiais
relacionados com a Energia; 8
– Estimular o interesse do público e a consciencialização do
significado das questões relacionadas com a Energia; 9
– Motivar uma nova geração de cientistas e engenheiros para o mega
desafio da energia limpa e do crescimento sustentável. A Cimeira considerou que não há lugar a mais dúvidas sobre as alterações climáticas, que constituem uma enorme ameaça em termos globais, pelo que também á indispensável uma resposta global. Todos os países serão afectados, a começar pelos mais pobres. As
actuais previsões indicam que as necessidades em energia no mundo serão,
em 2050, mais do dobro das actuais. Se a isto acrescentarmos as
necessidades também crescentes de energias limpas, conclui-se que tal não
é possível com as actuais tecnologias. Os materiais avançados, a investigação em materiais e a inovação são essenciais ao desenvolvimento das novas tecnologias necessárias à produção sustentável de energias limpas com uma redução significativa das emissões de CO2. Um exemplo já conseguido é a utilização do nitreto de gálio. É pois necessário um esforço imediato de investigação fundamental em materiais, dado que por vezes são necessários 20 anos para transformar uma descoberta científica num produto industrial. |
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(TOPO) |
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Cientista Portuguesa distinguida pelo European Research Council em 2008 |
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Elvira
Fortunato, Engenheira de Materiais, Professora e Investigadora no CENIMAT
– Centro de Investigação de Materiais da UNL, recebeu 2,25 milhões de
Euros do European Research Council, para financiamento do projecto
INVISIBLE, com vista ao desenvolvimento de tecnologia para produzir ecrãs
transparentes. Esta
tecnologia relativamente recente permite que objectos, como o vidro do
automóvel ou uma simples folha de acetato, sejam transformados A
equipa que se encontra a desenvolver esta tecnologia integra estudantes de
doutoramento da Faculdade de Ciências e Tecnologia da NOVA e é
coordenada pelos Professores Elvira Fortunato e Rodrigo Martins, do
Departamento de Ciência dos Materiais e investigadores do Centro de
Investigação de Materiais (CENIMAT). A
ideia que deu origem a este projecto surgiu quando se tentou saber se
materiais convencionais, como os óxidos, poderiam ter aplicações
relevantes na área da electrónica, para além das convencionais, como
por exemplo, substituir o silício na produção de transístores. Ou
seja, a experiência traduz-se em reutilizar materiais de aplicações
convencionais em aplicações ditas não convencionais e de elevado valor
acrescentado, tendo por base a utilização de nanotecnologias. Por
exemplo, é possível utilizar o óxido de zinco, composto com bastante
utilização na indústria farmacêutica/cosmética e na própria
industria alimentar, entre outras, como material semicondutor activo em
microelectrónica. As
principais funções de um ecrã transparente são várias, nomeadamente a
de permitir uma maior resolução e contraste, optimização do ângulo de
observação, inexistência de regiões opacas, entre outras, podendo-se
destacar a sua utilização nas seguintes áreas/aplicações: -
Sistemas de segurança (alarmes invisíveis); -
Mostradores do tipo LCD ou O/PLED; -
Sistemas de projecção; -
Fotocopiadoras super compactas; -
Janelas inteligentes; -
Indústria automóvel (sistemas de navegação, janelas, etc.); -
Indústria militar; -
Publicidade interactiva e dinâmica; -
Brinquedos/Jogos. Cientistas
portugueses desenvolvem primeiro transístor com papel Ainda
no Centro de Investigação de Materiais (Cenimat/I3N) da Faculdade de Ciências
e Tecnologia (FCT), da Universidade Nova de Lisboa (UNL) foi produzido –
pela primeira vez – um transístor que integra uma camada de papel na
sua estrutura.
Um
transístor é um dispositivo com três terminais – fonte, dreno e
porta. Nos transístores de efeito de campo (FET, Field Effect Transistor)
– como é o caso – a corrente eléctrica que passa entre a fonte e o
dreno é controlada pela tensão aplicada ao terceiro terminal, a porta.
Para tudo isto funcionar, a porta tem de estar isolada electricamente da
fonte e do dreno. Daí a importância da tal camada dieléctrica. Mas
os cientistas da Nova foram mais longe: lembraram-se de fabricar os FETs
utilizando os dois lados de uma folha de papel. Numa das faces depositaram
o material que opera como porta e, na outra, construíram a estrutura
correspondente aos restantes terminais. Desta forma, o papel actua
simultaneamente como isolante eléctrico e como suporte do próprio
dispositivo. Estes resultados – aliados à possibilidade de estes FETs serem produzidos em larga escala e ao baixo custo do papel – auguram promissoras aplicações no campo da electrónica descartável. (1)
A IEEE (originalmente, um acrónimo de Institute of Electrical and
Electronics Engineers) é uma associação profissional sem fins
lucrativos, dedicada ao desenvolvimento tecnológico. |
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(TOPO)
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Prémio
CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATERIAIS 2007 |
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Este prémio, criado em 1995, é atribuído pela FEMS – Federation of the European Materials Society e destina-se a jovens cientistas ou engenheiros europeus, como reconhecimento do seu trabalho no campo da Ciência e Engenharia de Materiais. O prémio é entregue durante a realização das conferências EUROMAT, nos anos ímpares, e consiste num certificado e na colecção completa dos volumes da série “Materials Science and Technology” editados pela Wiley-VCH. O Prémio 2007 foi atribuído a João F. Mano, da Universidade do Minho. João
F. Mano nasceu em Sintra em 1968. Licenciou-se em Engª Química, no
Instituto Superior Técnico, e doutorou-se em Química em 1996, pela
Universidade Técnica de Lisboa. É agora docente no Departamento de
Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho e pertence ao grupo de
investigação 3B’s – Biomateriais, Biodegradáveis e Biomiméticos,
que está integrado no Laboratório Associado IBB: Instituto de
Biotecnologia e Bioengenharia. É coordenador do ramo de Biomateriais, Reabilitação e Biomecânica do Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica da Universidade do Minho, sendo também o responsável Erasmus nessa área. Os
seus interesses
de investigação incluem o desenvolvimento de novos materiais e conceitos
para aplicações biomédicas, especialmente para a área da engenharia de
tecidos e medicina regenerativa e, também, sistemas de libertação
controlada de fármacos. Os materiais utilizados são biodegradáveis e
tipicamente de origem natural. O trabalho desenvolvido tem incluído também
o desenvolvimento de dispositivos que reagem a estímulos externos (por
exemplo alterações de temperatura ou pH), ou abordagens biomiméticas
(inspiradas por materiais, comportamentos e conceitos utilizados na
natureza), na área da ciência e tecnologia dos biomateriais. Esse
trabalho tem sido acompanhado por estudos mais fundamentais de Química-Física
e caracterização de polímeros. Está envolvido em vários projectos de
investigação europeus e nacionais e é co-autor de mais de 170 publicações
científicas em jornais internacionais. Recebeu
em 2005 o prémio Estímulo à Excelência atribuído pela Fundação para
a Ciência e Tecnologia. (TOPO) |
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Presente
e futuro da engenharia dos materiais numa relação eficaz com a indústria |
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Este
Colóquio, organizado pela SPM e pelo Colégio de Engenharia Metalúrgica
e de Materiais da Ordem dos Engenheiros, decorreu no dia 26 de Outubro de
2006, no Auditório do CTCV- Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro,
em Coimbra. Destinado a empresários, quadros de empresas, professores,
investigadores e estudantes, teve por objectivo evidenciar a necessidade,
para as empresas, do conhecimento actual e futuro dos Engenheiros de
Materiais, determinando a utilidade deste curso de Engenharia para a indústria
e para o País. Perante as exigências
crescentes colocadas às empresas industriais de materiais, numa economia
global, impõe-se inovação permanente nos produtos e todos as demais
dimensões do processo e da organização. A aposta na renovação
constante do conhecimento das empresas pode ser feita através da contratação
de jovens quadros, desde que estes sejam preparados e acompanhados por
escolas eficazes com cursos permanentemente actualizados, através da
formação de base e pós-graduada. Foi
a avaliação deste desafio que a SPM e a Ordem dos Engenheiros
pediram aos membros do Painel que animou o Colóquio. Este Painel reúniu
especialistas dos vários sectores industriais de maior importância das
industrias de materiais (metalurgia, cerâmica, revestimentos avançados,
plásticos, têxteis, compósitos, outros) e foi moderado por
representantes da SPM e da Ordem dos Engenheiros. Foram
membros do Painel:
-
Eng.º
Pedro Vieira de Castro (Presidente do Colégio de Engenharia Metalúrgica
e dos Materiais da Ordem dos Engenheiros;NORCAM);
-
Eng.º Hélder
Rosendo (CITEVE- Centro Tecnológico das Indústrias Têxteis e do Vestuário)
- têxteis e compósitos; -
Eng.º António
Alcântara Gonçalves (TEandM Tecnologia e Engenharia de Materiais) -
revestimentos avançados; -
Eng.ª Manuela
Oliveira (INETI - Departamento de Tecnologia de Materiais; SPM) -
metalurgia; -
Eng.º António
Sousa Correia (CTCV, SPM) - cerâmica industrial, vidro, materiais e
processos de fabrico avançados, compósitos [Moderador do Debate]. •
comentar
a aplicabilidade dos currícula de Eng.ª de Materiais à sua área
industrial/empresarial
•
avaliar
a experiência profissional como Engenheiro de Materiais
•
emitir
opinião sobre a presente situação dos sectores industriais que melhor
conhece
•
formular
sugestão(ões) para reforçar a formação e o papel do Engenheiro
de Materiais nas Indústrias que conhece.
Na
sua intervenção, o Presidente do Colégio de Engenharia Metalurgica e de
Materiais recordou que, no Encontro Nacional de 2000 do Colégio, já
haviam sido divulgados os resultados de um Inquérito feito aos membros do
Colégio sobre a adequação dos Cursos de Engenharia de Materiais ao
mercado de trabalho. Das respostas recebidas concluiu-se que a opinião
geral sobre os Cursos era positiva, embora fosse necessário ter mais
docentes com prática industrial e enriquecer o currículo dos Cursos com
disciplinas de ambiente, qualidade e organização da produção, o que
entretanto foi feito. Actualmente,
os curricula dos Cursos estão em mudança e, tão importante como o
conhecimento de base, é a preparação para poder adquirir
rapidamente novos conhecimentos quando se entra no mercado de trabalho. É
necessário reforçar a componente de desenvolvimento do produto, dando a
maior atenção aos aspectos de selecção de materiais e processos de
fabrico. A generalidade das empresas em Portugal ignora ainda o que um
Engenheiro de Materiais é capaz de fazer, pelo que deve ser feita uma
divulgação adequada. Por
sua vez, o Engº Hélder Rosendo do CITEVE mostrou o vasto campo de
Investigação, Desenvolvimento e Inovação que está aberto no campo dos
Têxteis e Vestuário: fibras inteligentes, fibras auto-reparadoras,
fibras com memória de forma, fibras auto-limpantes. Um exemplo de aplicação
da memória de forma ao vestuário:
o tecido pode ser comprimido assumindo um formato/dimensão de uma bola de
baseball e recuperar a forma original, sem vincos e rugas, mediante um
fluxo de ar quente (secador de cabelo). Este conceito ganhou o Time Award
para melhor inovação em 2001. Por isso os Engenheiros de Materiais têm
de estar ligados à função “design”, ter criatividade e dominar as
metodologias de desenvolvimento do produto. As empresas que têm fechado
em Portugal são as de confecção e vestuáriuo. A Indústria Têxtil é
um caso diferente, pois tem mais capacidade de inovação e re-invenção,
pelo que em Portugal está a subir: -
Portugal é líder europeu em
têxteis para o lar e é o terceiro maior exportador mundial -
As marcas portuguesas impõem-se
pela inovação: tecidos inteligentes, tecidos retardadores do fogo,
tecidos antibacterianos , tecidos com propriedades terapêuticas e
hidratantes. O
Engº Sousa Correia chamou a atenção para a necessidade de reforçar a
componente de Engenharia nos cursos, isto é, o cálculo das propriedades
para o desempenho; e, ainda, introduzir o Engineering Design, indispensável
ao desenvolvimento do produto. Durante
o debate, foi mais uma vez referida a baixa procura dos cursos de
engenharia por parte dos estudantes do ensino secundário, apesar do esforço
de promoção que tem sido feito pelas Escolas de Engenharia. Foram também
referidas as dificuldades em obter estágios de fim de curso nas empresas. O
Presidente da SPM, Prof. Marat Mendes, referiu ter a área dos materiais a
maior produtividade científica em Portugal, tendo sido também o campo em
que a UE mais investiu. A comunidade científica dos Materiais em Portugal
tem alta produtividade, faz boa ciência e divulga-a mas tal não se
reflecte nas empresas. A verdade é que a indústria nacional continua a
adiar o investimento em Ciência e Tecnologia de Materiais, esquecendo que
as empresas que fabricam produtos de maior valor acrescentado têm
Engenheiros de Materiais nos seus quadros.
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(TOPO)
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Com
a presença de mais de 700 participantes de vários países e continentes,
o EUROCORR 2005 (Congresso
Europeu de Corrosão, da Federação Europeia de Corrosão) foi organizado
pela SPM em Lisboa, no Centro de congressos do IST, de 4 a 8 de Setembro
de 2005. O Presidente da Comissão Organizadora e do Comité Científico
Internacional foi o sócio da SPM, Professor Mário Ferreira. Os
congressos EUROCORR são, sem dúvida, os mais importantes eventos
europeus e referências a nível mundial na área da corrosão e protecção
de materiais. Abrangendo um vasto número de tópicos nas áreas da ciência
da corrosão e da tecnologia de protecção anti-corrosiva, o EUROCORR
2005 centrou-se no tema “Controlo da Corrosão para um Desenvolvimento
Sustentado” e teve como tópico especial o “Controlo da Corrosão na
Indústria Aeronáutica”. Em paralelo com as sessões (orais ou de
posters) tiveram ainda lugar as reuniões dos vários grupos de trabalho
da Federação Europeia de Corrosão, que celebrou em 2005 o
seu 50º Aniversário. As comunicações foram agrupadas nos seguintes tópicos:
Foram
também organizadas “workshops” dedicadas a temas específicos, que ou
não foram contemplados ou que
são complementares aos tópicos anteriores: ·
Corrosão
na Indústria Aeronáutica ·
Corrosão
Atmosférica ·
Biomateriais:
Corrosão e Desgaste ·
Preservação
do Património Cultural ·
Materiais
Alternativos para Controle da Corrosão em Estruturas de Betão Armado ·
Corrosão
em Sistemas de Transporte de Água ·
Inibidores
de Corrosão para Combate da Corrosão Nafténica ·
Perspectivas
Futuras Para a Corrosão na Indústria Nuclear ·
Pre-Tratamentos ·
Materiais
Poliméricos ·
Monitorização
da Corrosão e Normalização ·
Tendências
nas Técnicas Electroquímicas. Foi
realizada uma “workshop” patrocinada pela NACE com o título “ISO
15156/MR0175 – Evolução, Aplicações, Implicações e Experiência”.
Para
ser distribuído aos participantes, foi preparado um número temático da
Revista da SPM (Vol. 17, nº 1-2,
Janeiro-Junho 2005), com artigos sobre Corrosão e Protecção de
Materiais, sob a coordenação da colega e sócia Carmen Rangel,
Editora Convidada para este número da Revista. (TOPO) |
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Seminário
“MATERIAIS PARA A ENGENHARIA MECÂNICA” |
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Este
seminário foi organizado no ISEL pelo colega e sócio Eduardo Dias Lopes. Fizeram-se
duas edições em 2005 (25 de Maio e 20 de Outubro), prevendo-se a sua
repetição em 2006. A
SPM esteve presente nas seguintes 3 comunicações: - “Pulverometalurgia: uma mais valia tecnológica para o sector automóvel”, por João Mascarenhas e Manuela Oliveira -
“Materiais
inteligentes”, por J. Marat-Mendes -
“Pilhas
de combustível e sua aplicação a veículos eléctricos”, por César
Sequeira
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Encontro
sobre a Madeira e suas aplicações nobres - Bem
utilizar a madeira
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O
seu objectivo era
a
divulgação e o debate com os
participantes sobre os principais aspectos técnicos relacionados com a
melhor utilização e valorização da madeira, nomeadamente a relação
da madeira com a humidade, os novos produtos derivados, regras de boas práticas
de utilização dos produtos de madeira, a contribuição da arquitectura
nas aplicações em construção e a recuperação de obras em madeira.
Durante os trabalhos, que decorreram das
9h00 às 18h00, com uma forte participação de cerca de 70 participantes
em cada encontro, tendo sido apresentadas as seguintes comunicações:
Das
comunicações apresentadas e dos debates que se seguiram permitiu-se
tirar algumas conclusões, como sejam o novo despertar da madeira como
material nobre para a construção, nomeadamente em obras de elevada
qualidade estética e inovação arquitectónica, além da consolidação
do seu uso em obras de reabilitação e reconstrução em edifícios históricos
e/ou com elevado valor cultural. Foram identificadas as soluções para os
problemas do uso da madeira quando não são tomados os melhores
procedimentos técnicos e científicos para garantir o seu eficaz
desempenho. Os participantes tiveram direito a um CD com os textos e cópias
das apresentações. Esteve sempre presente no espírito dos
apresentadores a valorização dos recursos nacionais, tanto das matérias
de origem florestal, como os conhecimentos ligados ao nosso património e
domínios dentro das competências da indústria portuguesa do sector das
madeiras. Houve
da parte dos assistentes manifestações de interesse na continuação de
acções deste tipo, com novos temas de actualização dos conhecimentos. O
Encontro foi organizado pela Universidade do Minho, Sociedade Portuguesa
de Materiais e INETI, tendo como patrocinadores
as empresas do Grupo Madeicávado: Damadeira;
Techniwood; e Timbermade. (TOPO) |
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O
Presidente da SPM, Professor José N. Marat Mendes, recebeu o grau de Doutor
Honoris Causa pela Universidade Técnica de IASI, a mais antiga
Universidade da Roménia. A
lição proferida pelo Professor J. Marat-Mendes com o
título: “ A New Conduction Mechanism in Dielectric Materials:
The Space-Charge-Controlled
Conductivity “ teve lugar
no dia 30 de Outubro de 2003, numa cerimónia realizada na
magnífica Aula Magna (a “ AULA” ) daquela Universidade,
perante os Membros do Senado
e uma vasta assistência. |
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(TOPO) |